A verdade sobre a música: Camaro Amarelo

Você já deve ter ficado DO-DO-DO-DO-DOCE DOCE de tanto escutar essa música, mas se não escutou, clique e assista o clipe aqui embaixo:



Porém, o real motivo da criação desse post, é para mostrar a todos os leitores desse humilde blogzin a verdade por trás da letra, vamos entender juntos a história que é contada nas entrelinhas desse hit de sucesso e que provavelmente você ainda não percebeu.

Leia a letra:

1 - Agora eu fiquei doce, doce, doce, doce
     Agora eu fiquei dodododo doce, doce (2x)

2 - E agora eu fiquei doce igual caramelo,
      To tirando onda de Camaro amarelo.
      E agora você diz: vem cá que eu te quero,
     Quando eu passo no Camaro amarelo.

3 - Quando eu passava por você,
      Na minha CG você nem me olhava.
      Fazia de tudo pra me ver, pra me perceber,
      Mas nem me olhava.

4 - Aí veio a herança do meu “véio”,
     E resolveu os meus problemas, minha situação.
     E do dia pra noite fiquei rico,
   ”To” na grife, “to” bonito, “to” andando igual patrão.

    Agora eu fiquei doce igual caramelo,
   To tirando onda de Camaro amarelo.
   E agora você diz: vem cá que eu te quero,
   Quando eu passo no Camaro amarelo.

   E agora você vem, né?
   Agora você quer.
   Só que agora vou escolher,
   Tá sobrando mulher. (2x)



1 - Perceba logo no começo que ele diz que ficou dodododo doce doce sem nem explicar o por que, ou seja, existe aí a intenção de chamar a atenção para a doçura do rapaz e não para a história que está por vir. Essa é uma tática muito usada quando se quer esconder um fato que inevitavelmente virá à tona.

2 - Em seguida, o dono do Camaro amarelo cai em contradição duas vezes:

Primeiro: Ele diz que está tirando onda de Camaro Amarelo. Todo mundo sabe que música sertaneja é proveniente do sertão de Goiás e que em Goiás não tem mar, logo não existe a possibilidade mais remota de que haja ondas a serem tiradas.

Segundo: Ele comenta que a mulher diz: “Vem cá que eu te quero” – Quando ele passa de Camaro Amarelo. Encontramos aí outra falha. Como já é de conhecimento comum, toda pessoa que gosta de música sertaneja e tem um carro, anda com a p#$%@ do volume do som no talo, ou seja, jamais, em hipótese nenhuma o Munhoz (ou o Mariano) iria escutar uma mulher dizendo “Vem cá que eu te quero” do lado de fora. Salvo se, nesse caso ele saiba fazer leitura labial, e nesse caso configura direção perigosa, pois ele está prestando atenção na mulher e não no trânsito.

3 - Agora começa a história: Ele diz que ela não reparava quando passava com a CG. Isso mostra a necessidade do rapaz de chamar a atenção. Nenhuma mulher tem a necessidade de olhar, ou perceber uma pessoa em nenhum veículo, seja moto ou carro.

Em seguida ele diz que fazia de tudo para que ela o percebesse. Ou seja, provavelmente ele ficava empinando a moto e/ou fazendo aqueles estouros que se assemelham a tiros com a bendita CG. Nesse caso, nunca uma mulher de bem daria atenção a um palerma desses.

4 - Para finalizar a história, ele explica como ganhou o dinheiro para comprar o Camaro amarelo: Na história, o dinheiro vem da herança de seu falecido pai. Vamos pensar a respeito:

Levando em consideração tudo o que já descobrimos até agora e que o fato de apesar do pai dele ser rico, ele ter apenas uma CG, podemos concluir que o meliante é o pior tipo de babaca já existente na face da Terra, visto que teve que esperar o pai morrer, ou quem sabe ter planejado a morte do pobre Sr. Munhoz (ou Sr. Mariano) para torrar todas as economias do velho com roupas de grife, tratamentos de beleza e um carro de luxo.


Resumindo:

Sr. Munhoz (Pai do Munhoz ou do Mariano e nesse caso seria, Sr. Mariano) deu uma moto ao filho, que nunca se preocupou em trabalhar, vivia fazendo barbaridades com a CG para chamar a atenção de uma mulher inocente e queria ser famoso cantando música sertaneja.
Munhoz (ou Mariano) esperou pacientemente (ou quem sabe, planejou) a morte do próprio pai, para colocar a mão no dinheiro, gastar com futilidades e inventar mentiras à respeito de uma mulher que não tinha interesse nele, pelo simples fato de agir como um babaca.

 



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